Depois de um barulhão e um alarme ensurdecedor, o mundo desce do prédio.
Não sei porquê, essas situações me dão ataque de riso.
E uma espécie de vergonha alheia.
O cara da brigada de incêndio foi o primeiro a descer (ótimo).
E é lógico que a segunda: eu.
Quando todo mundo soube que foi um alarme falso, ouviram-se berros de 2 amigos presos no andar. Fico aqui imaginando se fosse eu.
-Tacava água no corpo?
-Engatinhava por causa da fumaça?
-Beijava alguém, porque poderia ser a última vez?
Certamente eu tacaria a impressora no vidro.
E à noite, eu ouço algo bizarro, após o noivo de uma amiga ser deportado:
Parece que alguém tem que casar com ela aqui e depois ela casa-se com ele por procuração, super romântico. E não importa o sexo. Tô com medo dela me pedir em casamento.
Eu amo minha amiga na saúde e na doença, mas por favor, meu Deus, eu não quero casar com ela...caso até com pagodeiro, mas com mulher não.
*Créditos ao Zeller, a melhor pessoa que eu não conheci.
Eu vou calar a boca, antes que eu tome mais bronca. Adios!
sábado, 9 de agosto de 2008
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3 comentários:
vc é ótima! uhshashushauhaha...
Cada vez melhor.
Parabéns!!!
Então me fala, falta só uma coisa?
Quallllllll?
Me deixou mega curioso...
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